
QUEM CONDUZ
Jeremy Christopher
Duas décadas investigando, no próprio corpo, a relação entre lateralidade, percepção, consciência e os dois modos de experimentar a realidade.
A Doblez não nasceu de uma teoria criada para ser ensinada. Ela começou como prática: inverter hábitos, desenvolver o lado menos usado, observar diferenças, errar, repetir e comparar o que mudava ao longo do tempo.
Hoje, Jeremy compartilha esse trabalho a partir da própria experiência e de anos conduzindo grupos de estudo e prática.
DE ONDE VEIO ESSA INVESTIGAÇÃO
Antes de ensinar a Doblez, foi preciso vivê-la.
Jeremy começou a praticar ambidestria consciente em 2006, dentro de um percurso de investigação ligado às artes toltecas. O que inicialmente parecia uma prática corporal foi se tornando uma pergunta muito maior: quanto daquilo que chamamos de “eu” depende de hábitos de atenção, percepção e organização corporal que raramente colocamos em questão?
Com o tempo, a prática deixou de significar apenas aprender a realizar tarefas com a outra mão. Passou a envolver escrita, movimento, percepção, sonhos, relações, criatividade e a observação da diferença entre modos de consciência que podem aparecer quando o padrão habitual perde temporariamente sua exclusividade.
Essa investigação continua aberta. A Doblez não é apresentada como uma teoria concluída sobre o funcionamento humano, mas como um campo de prática e observação que pode ser experimentado diretamente.
TRAJETÓRIA
Corpo, consciência, tecnologia e relações humanas.
01
Ambidestria e artes toltecas
Prática contínua desde 2006, explorando lateralidade, atenção, sonhar, intento e outros mapas associados à tradição tolteca.
02
Investigação da consciência
Ao longo dos anos, o trabalho se ampliou através de estudos de meditação, Quarto Caminho, não-dualidade e outras abordagens de investigação da experiência.
03
Escuta e acompanhamento
Formação em Hipnose Clínica Internacional e experiência acompanhando processos individuais e grupos voltados à percepção, relações e desenvolvimento da consciência.
04
Ensino e comunidade
Desde 2025, conduz ciclos estruturados de estudos e práticas, encontros abertos e espaços de investigação coletiva sobre Nagualismo e Doblez.
POR QUE ABRIR ESSE CONHECIMENTO AGORA?
Porque um conhecimento vivo precisa encontrar pessoas.
Durante muito tempo, grande parte dessa investigação permaneceu em círculos menores de prática, ligada principalmente a estudantes de Nagualismo e pessoas já familiarizadas com o contexto tolteca.
Agora a proposta é experimentar outro movimento: compartilhar a Doblez também com pessoas que talvez nunca tenham lido Castaneda, não pertençam a nenhuma tradição espiritual e simplesmente tenham curiosidade sobre corpo, lateralidade, percepção e consciência.
Não é necessário adotar uma filosofia, religião ou identidade.
É possível começar apenas observando o próprio corpo.

COMO O TRABALHO É CONDUZIDO
Menos respostas prontas. Mais condições para perceber.
Experiência direta
Uma ideia ganha valor quando pode ser colocada em relação com aquilo que a pessoa realmente observa em si.
Distinção entre mapas
Sabedoria tradicional, experiência prática e pesquisa contemporânea podem dialogar sem serem apresentadas como se fossem a mesma coisa.
Autonomia
A intenção não é dizer às pessoas o que devem perceber, mas oferecer ferramentas para que desenvolvam uma observação cada vez mais própria.
“Depois de tantos anos praticando, continuo interessado na mesma pergunta: o que ainda não percebemos porque aprendemos cedo demais a viver sempre do mesmo jeito?”
CONHEÇA A DOBLEZ PELA EXPERIÊNCIA
Você não precisa começar pela história. Pode começar por uma prática.
Experimente a Doblez no próprio corpo ou participe de um dos encontros abertos.