Seu problema não é falta de ideia. É não conseguir acessá-la quando precisa.

Você já criou o bastante pra saber que tem repertório. O que falta não é talento — é um canal que abre quando quer, não quando você decide sentar pra trabalhar.

 

Grupo fechado. Apenas 28 vagas para garantir profundidade real de processo.

O problema, nomeado com precisão

Isso não é falta de disciplina, nem falta de dom. É estrutural.

Existem dois modos em jogo em qualquer processo criativo: um que organiza, executa, cumpre prazo, termina o que começou. Outro que fornece a matéria-prima de criatividade — a imagem que chega sem avisar, a ideia antes de ter nome, o material bruto que ainda não virou nada.

Quando um desses modos domina o outro, a criação trava dos dois lados possíveis: ou vira produção mecânica sem faísca, ou vira uma enxurrada de ideias que nunca chega a lugar nenhum.

Por que isso não se resolve só na cabeça

A dificuldade em encontrar equilíbrio não é uma falha da sua mente, é uma formatação cultural da sua fisiologia.

A disciplina

Você já deve ter tentado dos dois jeitos. Rotina rígida, horário fixo, técnica de produtividade — e mesmo sentado à mesa, no horário certo, a página continua em branco.

 

A fluidez

Ou o oposto: esperar a inspiração, confiar no fluxo, deixar acontecer — e ver a ideia morrer sem nunca virar obra, porque faltou o outro lado pra sustentar e terminar o que começou.

 

A conciliação

Nenhum dos dois extremos resolve, porque o problema nunca foi escolher entre disciplina e inspiração. Foi tratar as duas como se estivessem em lados opostos, competindo pelo mesmo espaço.

Os dois modos não precisam competir

Existe uma configuração onde os dois convivem: acesso confiável à matéria-prima criativa, e a capacidade de organizar, sustentar e terminar o que ela pede pra virar.

Isso não é sobre ficar mais disciplinado. Também não é sobre se permitir mais caos. É sobre parar de operar com apenas um dos dois modos de cada vez, e aprender a trabalhar com os dois ao mesmo tempo — o que gera ideia, e o que dá forma a ela.

Uma tecnologia corporal, não um discurso teórico

O que é a Doblez

A maior parte de nós aprende, desde cedo, a viver quase exclusivamente a partir de um modo de perceber o mundo: aquele que organiza, decide, executa e produz.

Existe um segundo modo, igualmente seu, mas pouco exercitado pela nossa cultura: mais aberto ao sensível, à imaginação, ao sonho, à percepção não linear — o material bruto de qualquer criação, antes de qualquer técnica. Na tradição tolteca que inspira a Doblez, esse modo é chamado de nagual, e encontra expressão predominante no lado esquerdo do corpo.

A Doblez é uma prática corporal de ambidestria consciente, criada para reabrir o acesso a esse segundo modo — sem exigir que você abra mão do primeiro. Não é sobre inspiração. É sobre canal aberto, dos dois lados, ao mesmo tempo.

Você aprende a se vulnerabilizar para criar conexões profundas, sem perder o seu aterramento

Como isso se torna prática — não só ideia

Um ciclo com encontros aos domingos e laboratórios quinzenais às terças, 100% online, numa turma pequena e íntima — apenas 28 vagas.

DOMINGOS (BISEMANAL)

Estudos

você entende a arquitetura do método: um mapa simbólico simples, que ajuda a localizar onde você está agora, nessa jornada entre os dois modos de perceber. Os encontros são gravados para quem não pode participar ao vivo.

DOMINGOS (BISEMANAL)

Laboratório Somático

o corpo entra em cena: movimento livre, escrita com a mão que você menos usa, o Espelho Doblez — uma ferramenta própria para sentir, na prática, como cada lado do corpo participa de uma forma diferente de perceber e responder à vida. As práticas são gravadas para quem não pode participar ao vivo. 

TERÇAS (BISEMANAL)

Rodas de Partilha

quinzenalmente, ocorem rodas de conversa sobre a integração dos nossos lados masculino e feminino, para amadurecer junto o que normalmente se enfrenta sozinho. Elas não são gravadas pra preservar a privacidade das trocas no momento.

Quem propõe isso, e por quê​

Jeremy Christopher investiga consciência, sonhos e percepção há mais de duas décadas. Em 2006, em meio a uma crise existencial provocada pela tentativa de sustentar uma máscara rígida de invulnerabilidade, foi apresentado à Doblez por seu benfeitor — um mestre dentro de uma antiga linhagem de conhecimento tolteca — e começou a praticar naquela mesma noite.

Desde então, uniu essa prática à sua formação lógica e sistêmica como programador, e ao estudo de meditação, hipnose clínica e movimento, traduzindo o que aprendeu numa prática corporal estruturada e acessível, sem exigir adesão religiosa. Ao longo do processo, compreendeu que a verdadeira libertação não é escolher um polo ou se fixar num papel, mas resgatar a metade suprimida pra dar espaço à expressão da totalidade — o que culminou numa experiência de despertar, em 2016, que segue se aprofundando até hoje.

Um espaço pensado para ser seguro, não performático

Ninguém participa disso pra provar que é produtivo. E ninguém é cobrado a chegar com resultado pronto.

Cada turma é acompanhada por homens que já passaram pelo processo — não como autoridade, mas como quem sabe segurar a roda quando alguém trava, hesita ou não sabe nomear o que sente.

O grupo é pequeno de propósito. O que se compartilha ali, fica ali. Sem plateia, sem competição — só presença.

Um portal para os sonhos

Muitas pessoas percebem, com o amadurecimento da prática, que os sonhos se tornam mais vivos, nítidos, conscientes e livres de medo. Esta é uma outra camada da prática sobre a qual falaremos em momentos mais avançados, quando nosso segundo modo de perceber está, de fato, voltando a funcionar.

CICLO COMPLETO ONLINE

Sua Jornada em Direção ao Meio

R$ 100 / mês

para as 10 primeiras inscrições,
120 para as 10 seguintes, e 140 para as 10 seguintes.

Jovens de até 22 anos têm 50% de desconto.

O botão direciona para o pagamento da assinatura no Mercado Pago. Após a confirmação, você terá sua vaga garantida nos encontros do mês, e dentro de 24 horas será incluído(a) nos grupos de Whatsapp.

Compromisso Social: Acreditamos na sustentação comunitária. Dispomos de 5 vagas sociais a R$ 50 e 3 bolsas gratuitas para participantes que necessitam de apoio financeiro neste momento. Se este for o seu caso, sinta-se seguro para nos relatar diretamente no WhatsApp.

Você não precisa escolher entre ser a pessoa que tem ideia e a pessoa que termina o que começa. Só precisa parar de operar com metade do canal — e deixar os dois lados finalmente trabalharem juntos.

DOMINGO 30/08 ÀS 16H00

Participe da Primeira Live Gratuita

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a primeira live gratuita desta vivência.

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onde será compartilhado o link da live gratuita.

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